sexta-feira, 13 de julho de 2012


10 Coisas que Você Precisa Saber sobre Pé Diabético

Infecções ou problemas na circulação nos membros inferiores estão entre as complicações mais comuns em quem tem diabetes mal controlado. Calcula-se que metade dos pacientes com mais de 60 anos apresente o chamado “pé diabético”. Uma doença que pode ser evitada.

Tais alterações podem causar neuropatia; úlceras; infecções; isquemia ou trombose. Elas começam a ocorrer, em geral, quando as taxas de glicose permanecem altas durante muitos anos. Se não for tratado, o pé diabético pode levar à amputação.  Segundo o Ministério da Saúde, 70% das cirurgias para retirada de membros no Brasil têm como causa o diabetes mal controlado: são 55 mil amputações anuais.

Manter a taxa glicêmica sob controle e fazer exames regulares são fundamentais para evitar tais complicações.

1. A pessoa com pé diabético tem sintomas como: formigamentos; perda da sensibilidade local; dores; queimação nos pés e nas pernas; sensação de agulhadas; dormência; além de fraqueza nas pernas. Tais sintomas podem piorar à noite, ao deitar. Normalmente a pessoa só se dá conta quando está num estágio avançado e quase sempre com uma ferida, ou uma infecção, o que torna o tratamento mais difícil devido aos problemas de circulação.

2. Os sintomas são mais frequentes após alguns com o diabetes mal controlado. Muitas pessoas passam a apresentar problemas de diminuição de circulação arterial e de sensibilidade em pés e pernas.

3. A prevenção é a maneira mais eficaz de evitar a complicação. A medida principal é manter osníveis da glicemia controlados;  exame visual dos pés, diário; e avaliação médica periódica.

4. Pacientes com diabetes tipo 1 e tipo 2 devem devem passar, regularmente, por uma avaliação dos pés.

5. O paciente deve examinar os pés diariamente em um lugar bem iluminado. Quem não tiver condições de fazê-lo, precisa pedir a ajuda de alguém.  Deve-se verificar a existência de frieiras; cortes; calos; rachaduras; feridas ou alterações de cor. Uma dica é usar um espelho para se ter uma visão completa. Nas consultas, deve-se pedir ao médico que examine os pés. O paciente deve avisar de imediato o médico sobre eventuais alterações.

6. É preciso manter os pés sempre limpos, e usar sempre água morna, e nunca quente, para evitar queimaduras. A toalha deve ser macia. É melhor não esfregar a pele. Mantenha a pele hidratada, mas sem passar creme entre os dedos ou ao redor das unhas.

7. Use meias sem costura. O tecido deve ser algodão ou lã. Evitar sintéticos, como nylon.

8. Antes de cortar as unhas, o paciente precisa lavá-las e secá-las bem. Para cortar, usar um alicate apropriado, ou uma tesoura de ponta arredondada.  O corte deve ser quadrado, com as laterais levemente arredondadas, e sem tirar a cutícula. Recomenda-se evitar idas a manicures ou pedicures, dando preferência a um profissional treinado, o qual deve ser avisado do diabetes.  O ideal é não cortar os calos, nem usar abrasivos. É melhor conversar com o médico sobre a possível causa do aparecimento dos calos.

9. É melhor que os pés estejam sempre protegidos. Inclusive na praia e na piscina.

10. Os calçados ideais são os fechados, macios, confortáveis e com solados rígidos, que ofereçam firmeza. Antes de adquiri-los, é importante olhar com atenção para ver se há deformação.  As mulheres devem dar preferência a saltos quadrados, que tenham, no máximo, 3 cm de altura. É melhor evitar sapatos apertados, duros, de plástico, de coro sintético, com ponta fina, saltos muito altos e sandálias que deixam os pés desprotegidos. Além disso, recomenda-se a não utilização de calçados novos, por mais de uma hora por dia, até que estejam macios.

Veja 14 dicas de como cuidar melhor das unhas

As queixas mais comuns são unhas quebradiças, secas, descascando ou com micose. "No verão, estão mais propensas a esses problemas, por causa da maior exposição ao sol, contato com a areia e com o cloro da piscina", explica a dermatologista Katleen Conceição, membro da Sociedade Brasileira de Medicina Estética.

Além disso, outros fatores podem prejudicar as unhas. "Alimentação desequilibrada, uso de muitos produtos químicos, problemas tireoidianos ou causados pelo diabetes. Por isso, é importante ir ao médico para investigar as causas."

Para deixá-las bonitas e saudáveis, confira 14 dicas da dermatologista Katleen Conceição.

1 - Hidrate as unhas duas a três vezes ao dia. Use cremes para as mãos à base de uréia, óleo de semente de uva, lanolina ou silicone. Se não tiver, use hidratantes corporais.
2 - O ideal é não tirar a cutícula. Quem faz questão deve tirar pouco. É que protege a unha contra infecções causadas por bactérias e fungos.
3 - Após lavar as mãos, tomar banho e se refrescar na piscina ou no mar, seque bem as unhas.
4 - Não caia na tentação de puxar as peles que se soltam do dedo. Pode causar infecção bacteriana.
5 - Prefira usar removedor de esmalte. A acetona é à base de álcool, o que resseca as unhas.
6 - O ideal é não pintar as unhas, mas quem não abre mão de investir no esmalte deve usá-lo, no máximo, uma vez por semana.
7 - Para as alérgicas a esmalte que não querem deixar de pintar as unhas, a dica é usá-lo uma semana sim e outra não. Prefira produtos hipoalergênicos.
8 - Quando fizer a unha em um salão de beleza, o recomendável é levar os seus utensílios. Caso contrário, fique atento se o local esteriliza o alicate e descarta lixas e palitos após o uso. Assim, evitam-se doenças como a hepatite.
9 - O ideal é usar luvas nas tarefas domésticas. Se não conseguir, lave bem as mãos com sabonete neutro após o trabalho.
10 - Dentro das luvas, geralmente há um pozinho que resseca as unhas. Por isso, depois de tirá-las, lave as mãos e hidrate-as.
11 - Não deixe acumular sujeira embaixo das unhas. Retire-a com um palito e lave bem as mãos.
12 - Se mexeu com o lixo ou tocou em alguma ferida, lave as mãos com sabonete antisséptico.
13 - Para evitar que as unhas dos pés encravem, corte-as quadradas.
14 - Mantenha uma alimentação balanceada.

Olá pessoal, tudo bem? Tenho diabetes há seis anos. Gostaria de fazer uma tatuagem nas costas, mas preciso saber se isso pode descontrolar a glicemia. Agradeço se alguém puder me ajudar!
A mensagem, enviada por um adolescente a uma popular comunidade virtualdedicada ao diabetes, exemplifica uma dúvida levantada com frequência na internet, principalmente entre os jovens. A pergunta é sempre a mesma: será que quem tem diabetes pode fazer uma tatuagem ou um piercing, como qualquer outra pessoa? Existem mais riscos para os pacientes? A cicatrização é mais demorada?
Para esclarecer o assunto, conversamos com a Dra. Flavia Osmo Floh, endocrinologista pediátrica da ADJ.

Risco Vale para Todos
O risco de adquirir uma infecção a partir de uma aplicação de tatuagem ou piercing é igual para todo mundo, explicou a especialista. Por isso, quem tem diabetes não é mais vulnerável do que as outras pessoas em relação à possibilidade de contaminação.
“A diferença é que, se o quadro envolver um comprometimento dos vasos na microcirculação, o controle de uma eventual infecção torna-se mais difícil”, esclarece.
Esse tipo de complicação (alterações na microvascularização) vem diagnosticada, em geral, a longo prazo, entre cinco e 10 anos. Por isso, o paciente que não apresenta o diabetes bem controlado, e há mais tempo, está mais sujeito ao problema. No caso de uma eventual infecção após uma tatuagem mal aplicada, seu problema poderá ser mais difícil de ser combatido.

O Antes e o Depois
Para quem já tomou a decisão de tatuar a pele, ou de aplicar o piercing, verificar o controle das taxas de glicemia e a presença de eventuais complicações crônicasconstitui o primeiro cuidado a ser tomado antes do procedimento.
Quando o procedimento é feito por pessoa não habilitada, ou em condições inadequadas, todos – com diabetes ou não – correm risco de infecção. Uma contaminação mais grave pode resultar até mesmo em hepatite viral, alertam os especialistas. Por isso, todo cuidado é pouco na hora de selecionar o profissional que aplicará a tatuagem ou o piercing diretamente na pele. É fundamental confirmar se trata-se de alguém habilitado ou recomendado e se os instrumentos utilizados sãoesterilizados.
Feita a aplicação, os cuidados de higiene no local devem ser redobrados, através da limpeza da região cutânea, e sem a necessidade de ingestão de antibióticos - lembra a Dra. Flavia Osmo.

Autor: Cintia Salomão CastroFonte: ADJ

O controle do diabetes está intimamente ligado a uma dieta alimentar balanceada.  A dieta deve ser preferencialmente individualizada, mas podemos exemplificar uma sugestão de um cardápio simples, lembrando sempre que outras quantidades e possibilidades de outros alimentos devem ser discutidos individualmente com seu médico/nutricionista.Clique na figura abaixo para  salvar e/ou imprimir a sugestão de dieta:

Exemplo de um cardápio simples para diabetes
Outras dicas para manter seu diabetes sob controle:
    Nem sempre o diabetes é controlado apenas com alimentação
É importante entender que o controle do diabetes depende de uma alimentação saudável, medicação correta, atividade física e apoio emocional. A integração desses elementos é que garante um controle da glicemia.
    Vale a pena ter o diabetes sob controle
O diabetes é uma doença crônica, isso significa que, na maior parte das vezes, é para a vida toda. A notícia boa é que estudos apontam que seu bom controle pode prevenir, tratar e até evitar complicações.
    Coma sempre nos mesmos horários
Fazer cinco a seis refeições ao dia e comer sempre nos mesmos horários faz com que a glicemia não tenha picos – hora muito baixa, hora muito alta. Se você come a cada hora, a glicemia pode ficar alta, resultando em hiperglicemia; se fica muito tempo sem comer, pode ter hipoglicemia, que é a queda brusca da glicemia.
    Seja consistente
Isto significa comer sempre nos mesmos horários e nas mesmas quantidades. Evite, por exemplo, tomar hoje um café da manhã bem reforçado e amanhã não tomar café da manhã.
    Siga o plano alimentar também nos finais de semana
Temos quatro finais de semana por mês. Se você não prestar atenção no que come nos finais de semana, poderão ser 8-10 dias que você não segue o plano alimentar. Infelizmente, não se pode dar “folgas” ao diabetes nos fins de semanas, sendo importante o controle e cuidado constante.
    Não existem alimentos proibidos no diabetes
Existem muito mitos em torno do diabetes. Você já deve ter ouvido que manga, caqui e beterraba são proibidos, não é? A verdade é que todos os alimentos podem ser incluídos no plano alimentar, desde que nas quantidades e nos horários corretos. 
    Adoçante são permitidos
Todos os adoçantes são permitidos no Brasil. No entanto quem tem pressão alta deve evitar os edulcorantes, que são á base de ciclamato de sódio e sacarina. Conte as gotas do adoçante; quanto mais adoçante, mais amargo e repugnante fica o alimento!
    Mexa-se!
A atividade física ajuda no controle da glicemia. Escolha uma que goste de fazer, isso facilitará sua regularidade. Comece aos poucos, chame um amigo para lhe dar ânimo. Não desista, com o tempo você vai se sentir outra pessoa!
    Meça a glicemia em casa
Medir a glicemia em casa é importante para todos os tipos de diabetes. Será o guia do seu tratamento. Pergunte a seu médico quais dias e horários você deverá medir, anote e leve os dados em sua próxima consulta.
Referência : Baseado em boletim informativo Novo Nordisk
Fonte : http://endocrinosaude.com
Como a diabetes afeta a maneira que a pessoa responde a gripes e resfriados?

Estar doente, por si só, pode elevar o nível de glicose no sangue. Além disso, doenças podem impedir o diabético de comer apropriadamente, o que por conseqüência afeta a glicose no sangue.
 Adicionalmente, diabetes pode tornar o sistema imunológico mais vulnerável a casos graves de gripe. Diabéticos que contraem gripe podem ficar muito doentes e até precisar serem hospitalizados. 
O que o diabético deve fazer se achar que está com a gripe suína ou influenza por vírus A (H1N1)?

Se o diabético ficar doente, deve ficar em casa, parar de trabalhar ou estudar, e limitar o contato com outras pessoas. Além disso, deve-se:
* Certificar-se de continuar tomando a medicação para diabetes ou insulina. Não pare de toma-los mesmo que não consiga comer. Seu médico pode recomendar tomar mais insulina enquanto estiver doente.
* Testar a glicose no sangue a cada 4 horas, e acompanhar os resultados.
* Beber mais líquidos e tentar se alimentar ou mais normalmente possível. 
* Pesar-se todos os dias. A perda de peso pode ser sinal de glicose alta.
* Checar a temperatura todas as manhãs e tardes. Febre pode ser sinal de infecção.
Quando o diabético com gripe suína deve procurar atendimento medico de emergência?
O diabético com gripe suína deve procurar cuidados médicos imediatos quando:
* Sentir-se muito doente para comer normalmente e for incapaz de ingerir alimentos por mais de 6 horas.
* Tiver diarréia severa.
* Perder mais de 2,2 kg.
* Tiver temperatura corporal superior a 38,3 graus.
* Tiver glicose no sangue menos que 60 mg/dL ou que permaneça superior a 300 mg/dL.
* Tiver quantidades grandes ou moderadas de cetonas na urina.
* Tiver dificuldades para respirar.
* Sentir-se sonolento ou não conseguir pensar claramente.

bolo de fubá


Bolo de Fubá
¾ xícara (chá) de fubá
1 xícara (chá) de farinha de trigo
5 colheres (chá) de fermento em pó
1 pitada de sal
1 colher (chá) de erva doce
1 xícara (chá) de leite desnatado
1 colher (sopa) de margarina light derretida
2 xícaras (chá) de adoçante granular
1 ovo batido
Coloque todos os ingredientes secos numa vasilha e misture bem. Em seguida, adicione os demais ingredientes até formar uma massa homogênea. Leve para assar em forma redonda de buraco no meio, untada, por vinte minutos.
Proteínas: 3,6g
Carboidratos: 28,83g
Gorduras: 1,51g

Os Pés do Diabético


O pé diabético

- o que é
- causas
- como tratar


diabetes afeta aproximadamente 18 milhões de latino-americanos e deve aumentar em 65% nos próximos 20 anos. A diabetes é classificada em dois tipos diferentes: Tipo 1 e Tipo 2. O tipo 1 é geralmente associado a diabetes juvenil ou insulino-dependente e muitas vezes hereditária. O tipo 2, referido como diabetes Mellitus, é caracterizado por elevados níveis de açúcar no sangue. A diabetes Mellitus é geralmente encontrada em pessoas que estão acima do peso ou que não têm uma dieta controlada. Alguns problemas resultantes da diabetes: danos no sistema vascular, afetando áreas do corpo como os olhos, rins, pernas e pés. Pessoas com diabetes devem prestar atenção especial a seus pés.

Neuropatia

25% dos diabéticos desenvolverão problemas resultantes da doença. De 5 a 10% dos pacientes diabéticos são portadores de úlceras nos membros inferiores. Complicações no pé diabético se desenvolvem a partir de uma combinação de causas, por exemplo, má circulação e neuropatia. Neuropatia diabética pode causar insensibilidade ou perda da capacidade de sentir dor, calor e frio. Os diabéticos que sofrem de neuropatia podem sofrer pequenos cortes, arranhões, bolhas ou úlceras e nem percebê-los devido à insensibilidade nos pés. Se estas lesões não são tratadas, podem complicar-se e levar a ulcerações e até mesmo a amputação. A neuropatia pode causar deformidades, como joanetes, dedos em martelo, e neuro-osteoartropatia (Pé de Charcot). É importante que diabéticos tomem as precauções necessárias para evitar lesões relacionadas ao pé.

Devido às consequências da neuropatia, a observação diária dos pés é fundamental. Quando um paciente diabético toma as medidas preventivas necessárias, há redução dos riscos de lesões graves no pé.

Má circulação

Diabetes pode levar a doença vascular periférica, inibindo a circulação sanguínea de um indivíduo. Neste caso, há um estreitamento das artérias resultando na circulação sanguínea reduzida nos membros inferiores. A má circulação contribui para os problemas do pé diabético, porque reduz a quantidade de oxigênio e nutrientes na pele e em outros tecidos, dificultando a cicatrização das lesões. A má circulação também pode levar ao inchaço e ressecamento dos pés. Prevenir tais problemas é mais crítico para o paciente diabético, pois a má circulação dificulta o processo de cicatrização, podendo provocar úlceras, infecções e outros problemas graves no pé.

Tratamento e Prevenção

Calçados e palmilhas desempenham um papel importante na saúde do pé diabético.Palmilhas Ortopédicas personalizadas feitas com material macio são recomendadas para proteger o pé insensível do diabético. A palmilha personalizada garante o conforto e a proteção necessários para a saúde do pé diabético. Calçados e palmilhas devem também fornecer os seguintes benefícios de proteção:

• Ponta do sapato alta e larga (altura e largura suficientes para os dedos). • Palmilhas removíveis nos sapatos, para ter a opção de inserir uma palmilha personalizada, se necessário.

Cuidados com o pé para Diabéticos:

Cuidado com os pés é especialmente importante para os diabéticos, pois eles são propensos a problemas como:

• Perda de sensibilidade nos pés. • Mudanças no formato dos pés. • Úlceras ou feridas no pé que não cicatrizam.

Se o problema persistir, consulte seu médico ou ortopedista.