quarta-feira, 20 de junho de 2012

Hora de Controlar

O QUE É O DIABETES




Considerado uma epidemia mundial, o diabetes age sem ser percebido e pode fazer grandes estragos na saúde.

Em sã consciência, ninguém gosta de sentir dor. Mas ela é muito importante, pois denuncia que em algum aspecto o corpo não vai bem. Nesse sentido o diabetes é um problema e tanto, pois, pelo menos 50% dos casos, a pessoa não tem qualquer sintoma e não se dá conta de que está doente. Quando os sintomas aparecem, é por que o estagio da doença já se agravou. Aprenda a reconhecer o inimigo em potencial.

ORIGEM DO MAL

Todo o alimento consumido é digerido e, chegando ao intestino, se transforma em açúcar, passa a ser chamado de glicose e é absorvido pelo sangue. A glicose é fonte de energia básica para que o corpo desempenhe todas as suas funções. Para isso, um hormônio produzido pelo pâncreas e chamado insulina faz com que a glicose da corrente sanguínea seja absorvida pelas células. Quando qualquer parte desse processo falha ( deficiência  de produção no pâncreas ou excesso de insulina disponível no sangue ) ocorre o diabetes. E, embora muita gente encare essa doença com certa tolerância, ela é muito seria e afeta drasticamente a vida da pessoa doente.

Anualmente, 7 milhões de pessoas tornam-de diabéticas.
Até 2015, estima-se que os países em desenvolvimento terão o maior numero de casos de diabetes, devido ao novo e pouco saudável estilo de vida.

IDENTIFICANDO PERIGO

A Associação Internacional de Diabetes, ligada à Organização das Nações Unidas (ONU), considera que o diabetes é uma epidemia, visto que seu alcance já ultrapassou mais de 250 milhões de pessoas em todo o mundo. Um levantamento recente realizado pela Associação Brasileira de Diabetes em parceria com o Ministério da Saúde aponta que mais de 12 milhões de brasileiros são diabéticos.
A doença pode ser dividida em três tipos:
  • Tipo 1 - Também chamada de diabetes insulino-dependente ou infanto-juvenil, surge quando a produção de insulina é insuficiente por cauda de uma destruição autoimune do pâncreas. Embora possa ocorrer em qualquer idade, é mais comum na infância e seus sintomas são mais severos.
  • Tipo 2 - Corresponde a 90% dos casos e é decorrente, principalmente, de hábitos de vida pouco saudáveis ( má alimentação, sedentarismo e estresse ). É mais comum entre pessoas obesas, com mais de 40 anos de idade, e surge da resistência do organismo à ação da insulina.
Tipo gestacional - Como o próprio nome sugere, tende a afetar gravidas que, em gestação anterior, tiveram filho nascido acima de 4kg. Embora os níveis de glicose normalizem após o parto, favorece o desenvolvimento de diabetes tipo 2 na mãe e no bebê.

No caso do diabetes tipo 1, além da causa hereditária, também há um forte componente autoimune.  Já no tipo 2, alguns grupos de risco precisam redobrara a atenção em relação à doença:

  • Pessoas com familiares diabéticos;
  • Que tenham mais de 45 anos;
  • Hipertensas;
  • Com colesterol elevado;
  • Mulheres com filhos nascidos mais de 4kg.
(Marcela pacheli)





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